Duas vozes, um violão e um cajón. Pop rock e MPB em formato acústico e intimista.
Os dois nasceram na Ilha do Governador, na mesma maternidade. Como diria a música do Cazuza, os destinos foram traçados na maternidade — e o palco cuidou do resto.
Sandro Vales & Mariane Guerra é um duo de música ao vivo em formato acústico: as duas vozes se revezam e se encontram nos arranjos, o violão de Mariane conduz a harmonia e o cajón de Sandro — com saídas independentes de bumbo e caixa — entrega a pegada de uma cozinha completa ocupando o espaço de um banquinho.
O repertório passeia pelo pop rock nacional e internacional e pela MPB, em releituras que os dois lapidaram ao longo de inúmeros shows juntos por bares, casas de show, eventos e festas privadas. É um formato pensado para se adaptar a qualquer espaço — do palco grande ao canto do restaurante — sem abrir mão de dinâmica, groove e vocais trabalhados.
Antes de dividirem o palco, Sandro e Mariane já dividiam a origem: os dois nasceram na Ilha do Governador, no Rio de Janeiro — e na mesma maternidade. A parceria musical veio depois, mas quando veio, ficou.
Ela começou numa noite de 2008, no bar Espelunca Chic, em Ipanema: sem nenhum ensaio, Sandro, Mariane e o violonista Márcio Silva subiram juntos no improviso — e desceram ovacionados. O nome do trio veio nos shows seguintes: Sandro montava o cenário com um tapete especial que virava o palco dos músicos e, como a roda sempre recebia participações especiais, o projeto foi carinhosamente apelidado de Tapete Coletivo — apelido que acabou virando nome oficial.
Da química instantânea daquela noite nasce o trio: três vozes, violão e percussão. O Tapete roda o circuito carioca — Espelunca Chic, Bar Pontapé, Churrascaria Palace, Choperia Clipper, Boteco de Grife — e faz temporada no Demoiselle, no Aeroporto Internacional Tom Jobim, cativando público do mundo inteiro.
O trio apresenta o espetáculo TRI-BUTO, uma homenagem a três gigantes da música brasileira: Cazuza, Cássia Eller e Renato Russo — temporada que marcou o circuito carioca e aprofundou a sintonia musical entre os dois.
Depois de inúmeros shows juntos, Sandro e Mariane seguem no formato que virou a cara da dupla: duas vozes, violão e cajón. Química de quem cresceu no mesmo lugar, repertório de quem já viveu muito palco.
O Ilha Plaza anunciando o duo no mês dos namorados — show em casa, na Ilha do Governador, a poucos minutos da maternidade onde essa história começou. Relíquia guardada com carinho (até com os nomes grafados do jeito que o shopping quis).
Nascido no Rio de Janeiro em 15 de junho de 1979 — uma sexta-feira de inverno —, Sandro se interessou pela arte desde cedo: cursos de teatro e música na adolescência, a banda do Colégio Lemos Cunha na Ilha do Governador (com direito a desfiles de 7 de Setembro) e o palco do Teatro Lemos Cunha na peça O pai que virava bicho. O primeiro violão chegou aos 17 anos, sorteado pelo pai numa rifa.
Das rodinhas de violão vieram as primeiras parcerias: em 2003, a dupla com Marcelo Faria estreou no Shopping Grande Rio e rodou Norte Shopping, Center Shopping, West Shopping e Ilha Plaza, além do circuito de bares carioca. Em paralelo, liderou a Banda Vertigem em casas noturnas como Café Etílico, Macanudos e La Playa, e apresentou o tributo Sandro Vales canta Lulu Santos no projeto Terças em Tributo. Em 2010 lançou o single autoral Descompasso, em parceria com Márcio Silva, e em 2016 contou sua trajetória no Armazém Cultural, da Rádio MEC.
Embora também toque violão, a percussão sempre foi sua grande paixão — é dela que vem o groove do duo. Autodidata e ambientado em tecnologia, vive entre música, batidas, pedais e experimentos com IA. Fora dos palcos, atua no mercado de cinema nacional, na Downtown Filmes.
Cantora, compositora e violonista carioca, Mariane canta desde criança e decidiu ser musicista na juventude, quando participou de um concerto de Roberto Carlos. Formou-se na Escola Estadual de Música Villa-Lobos e na Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Como compositora, participou e venceu festivais pelo Brasil — chegando a tocar para mais de 5 mil pessoas no Ginásio do Ibirapuera. Fundou o grupo Mariane Guerra e Os Pacifistas, lançou o álbum Bem Alto para o Mundo (2012) e o espetáculo Despertador Azul (2013), com repertório autoral. Seu trabalho ganhou páginas no Dicionário Cravo Albin e na Veja Rio, e suas músicas tocaram na Rádio MEC.
Com temporada vivendo em Lisboa, formou-se em Produção Musical e lançou o single Dos Animais, disponível nas plataformas digitais. No duo, é a harmonia e a segunda metade dos vocais.
Algumas apresentações registradas ao longo dos inúmeros shows juntos:
Formação: duo — Sandro Vales (voz e cajón FSA Standard FS2501, microfonado de fábrica, com duas saídas XLR independentes: bumbo e caixa) e Mariane Guerra (voz e violão). Total de 5 canais — sem necessidade de microfonação no cajón.
| Canal | Instrumento / Linha | Microfone / DI | Posicionamento |
|---|---|---|---|
| 01 | Voz Sandro | Shure SM58 (ou similar superior) | Pedestal girafa |
| 02 | Voz Mariane | Shure SM58 (ou similar superior) | Pedestal girafa |
| 03 | Violão (Mariane) | Direct Box (DI) ativo | DI no chão, ao lado da Mariane |
| 04 | Cajón — Bumbo (Sandro) | Saída XLR direta (cajón microfonado) | Painel traseiro do cajón |
| 05 | Cajón — Caixa (Sandro) | Saída XLR direta (cajón microfonado) | Painel traseiro do cajón |
Sistema de monitor com duas vias independentes, uma para cada integrante: